OBJETIVOS DA CAMPANHA

O propósito principal da campanha é conscientizar/educar os cidadãos mineiros a respeito dos recolhimentos/documentos necessários para verem assegurados seus direitos previdenciários.
 
Infelizmente, o brasileiro não costuma ser previdente, deixando, muitas vezes, de pensar em proteção social no futuro.
 
A cada ano, milhões de cidadãos tornam-se idosos ou incapazes (por acidentes ou doenças) e não conseguem ter acesso à aposentadoria e a outros benefícios previdenciários por não terem contribuído para o Regime Geral da Previdência Social.
 
Milhões de cidadãos vivem em uniões estáveis não documentadas.
 
O objetivo secundário da iniciativa é, com uma maior conscientização previdenciária, alcançar, nos próximos anos, a redução do alarmante número de demandas judiciais nesse campo.
 
Cerca de 20 milhões de brasileiros trabalham por conta própria, sem fazer os recolhimentos previdenciários devidos (dados da PNAD, do IBGE), de modo que, futuramente, não terão direito à aposentadoria por tempo de contribuição, à aposentadoria por idade ou a um benefício por incapacidade laboral, obrigando o Estado a lhes pagar o benefício de prestação continuada (BPC), de natureza não contributiva, se estiverem em situação de pobreza, sem condições de prover seus sustentos.
 
Os brasileiros precisam ser estimulados/aconselhados de forma clara e incisiva a respeito de educação previdenciária.
 
Não pode crescer ainda mais o número de pessoas que dependem de benefícios assistenciais do governo, o que desequilibra as contas públicas.
 
É preciso evitar que aumente ainda mais o quantitativo de processos movidos por cidadãos que poderiam obter os benefícios na via administrativa se tivessem agido com consciência e responsabilidade previdenciária.
 
É necessário conscientizar os cidadãos que hoje não estão pensando na importância de agir para resguardar seus direitos mais adiante, no momento da velhice, do acidente, da incapacidade laboral/invalidez, da viuvez (morte do companheiro) ou quando do nascimento de um filho (salário-maternidade).
 
Se os cidadãos agirem de forma previdente, responsável, verão assegurados os seus direitos previdenciários ainda na via administrativa, o que, ao mesmo tempo, poderá reduzir, ao longo dos anos, o alarmante número de demandas judiciais propostas contra o INSS.
 
 
 
Envelhecer é uma bênção — e ter renda na velhice é um direito de quem se preparou no presente.
 
Um acidente não avisa.
 
A contribuição previdenciária é o que garante apoio quando ele acontece.
 
O parto é um recomeço — e quem contribui para a Previdência Social tem o direito de viver esse momento com dignidade.
 
Não espere a velhice bater à porta: contribua para a Previdência Social agora e garanta uma aposentadoria digna.
 
A doença não avisa: sem Previdência Social, uma incapacidade pode te deixar sem renda e sem futuro.
 
 

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