

A Escola de Magistratura e Revista do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) entregou o Relatório de Gestão 2022-2026 durante a última reunião do Conselho das Escolas de Magistratura Federal (Cemaf), realizada nesta terça-feira (18/8/2026). O documento reúne os principais resultados da instituição desde sua criação e destaca a consolidação de uma agenda voltada à formação, inovação, reflexão e diálogo.
A desembargadora federal Mônica Sifuentes disse que foi uma honra participar do Cemaf como diretora da Escola de Magistratura do TRF6. "Encerro também meu mandato à frente da Escola do TRF6, com a certeza do dever cumprido, mais uma vez, em prol do TRF6", afirmou.
Escola fortalece capacitação e aborda desafios contemporâneos da Justiça

Ao longo do quadriênio, foram realizadas dezenas de ações educacionais, entre congressos, seminários, palestras e cursos.
No primeiro biênio, 2022-2024, foram 52 ações, com mais de 2 mil participantes.
Entre outubro de 2024 e agosto de 2026, outras 33 iniciativas foram promovidas, abordando temas como direitos humanos, inteligência artificial, acessibilidade, gestão judiciária, reforma tributária, saúde e métodos adequados de resolução de conflitos.
No biênio 2024-2026, sob a direção da desembargadora federal Mônica Sifuentes, a Escola ampliou sua atuação interdisciplinar.
Entre os destaques está o Congresso Direito, Vida e Arte, realizado em parceria com o CJF, o TRF6 e o Instituto Inhotim.
O desempenho da Escola também foi reconhecido nas inspeções do CJF de 2024 e 2025, ambas sem recomendações.
Quatro ações foram credenciadas pela Enfam e a instituição recebeu, entre outros reconhecimentos, o Prêmio Inovação Judiciário Exponencial 2025.
O relatório registra ainda a trajetória da Revista do TRF6, com quatro volumes publicados entre 2023 e 2026, consolidando a produção e a difusão de conhecimento jurídico e institucional.
Uma construção coletiva
Ao apresentar o balanço do quadriênio, Mônica Sifuentes também reconheceu o trabalho das equipes, magistrados, servidores, professores, pesquisadores e instituições parceiras que participaram das atividades.
A desembargadora ressaltou que a Escola foi construída progressivamente, a partir da colaboração de diferentes gestões e de muitas pessoas.
A avaliação do período deixa como legado uma estrutura voltada não apenas ao aperfeiçoamento técnico, mas também à inovação, à interdisciplinaridade e à aproximação do Judiciário com a sociedade.
