Desembargadora federal do TRF6 participa da 24ª sessão da Assembleia dos Estados Partes, em Haia

Uma mulher de casaco bege, uma de blazer marrom e uma de blazer vermelho posam sorridentes à frente de um telão azul que exibe o texto "Assembly of States Parties / Assemblée des États Parties", referente à Corte Penal Internacional.
Da esq. para a dir.: desembargadora federal Mônica Sifuentes; presidente do Tribunal Penal Internacional, juíza Tomoko Akane; presidente da Assembleia dos Estados Partes, Päivi Kaukoranta

A desembargadora federal do Tribunal Regional Federal da 6ª Região, Mônica Sifuentes, participa da 24ª sessão da Assembleia dos Estados Partes do Estatuto de Roma, realizada de 1º a 6 de dezembro de 2025, em Haia, sede do Tribunal Penal Internacional. O encontro reúne representantes de 125 Estados partes, além de organizações internacionais e não governamentais, em torno de debates essenciais para o fortalecimento da justiça penal internacional.

Na cerimônia de abertura, a desembargadora integrou a mesa de honra na qualidade de vice-presidente eleita da Diretoria do Trust Fund for Victims, função que reforça seu compromisso com a defesa dos direitos das vítimas em contextos de violência grave. Em registro oficial do evento, ela aparece ao lado da presidente do Tribunal Penal Internacional, juíza Tomoko Akane, do Japão, e da presidente da Assembleia, Päivi Kaukoranta, da Finlândia — um encontro que evidencia o protagonismo feminino em espaços de alta representatividade global.

A presença de Mônica Sifuentes amplia a participação brasileira nas discussões sobre crimes internacionais, reparação e cooperação entre instituições. Sua atuação demonstra alinhamento do Judiciário brasileiro aos princípios do Estatuto de Roma e à importância de garantir voz e amparo às vítimas nos processos de responsabilização.

Uma mesa diretora com representantes internacionais, incluindo uma mulher de casaco vermelho ao centro, está posicionada diante de diversas bandeiras de países na Assembleia dos Estados Partes da Corte Penal Internacional.

Em um cenário internacional marcado por desafios diplomáticos e debates sobre a eficácia da justiça global, a participação da desembargadora reafirma o compromisso do Brasil com a construção de soluções coletivas, sustentadas pelo diálogo e pela proteção de direitos fundamentais.

A atuação da desembargadora Mônica Sifuentes na Assembleia representa mais que uma participação institucional: simboliza o esforço do Brasil e do Judiciário em fortalecer a justiça internacional, ampliando a cooperação entre países e garantindo centralidade às vítimas nos processos de reparação e dignidade humana.

Botão voltar